| o nosso planeta está doente |
|
|
|
| Escrito por Gonçalo Câmara | |
| 27-Abr-2008 | |
|
direitos reservados ao autor Gonçalo Câmara 2008 É uma verdadeira realidade que está acontecer no nosso Planeta terra Fúria Assassina Jovem japonê " cansado da vida " mata 7 pessoas à facada dizendo que sente-se só... Massacre. Tomohiro Kato conduziu um camião até uma rua movimentada de Tóquio e começou a apunhalar quem por ali passava. Fez sete mortos e 10 feridos até ser detido pela polícia, a que confessou estar "farto de tudo". O aumento da violência arbitrária preocupa as autoridades nipónicas Vítimas tinham entre 19 e 74 anos. Só uma era mulher Foi numa rua apinhada de um bairro de Tóquio considerado a meca da informática que um homem lançou ontem o pânico ao esfaquear pessoas de forma indiscriminada. Era hora de almoço em Akihabara quando Tomohiro Kato parou o camião alugado no meio de uma rua, atropelando três pessoas que estavam a ver as montras. "O homem saltou para cima de uma pessoa que atropelara e apunhalou-a várias vezes. Seguiu para a estação e foi atacando pessoas", disse uma testemunha à televisão NHK. Balanço: sete mortos e pelo menos dez feridos. Foi sob o olhar incrédulo dos donos das lojas e das centenas de pessoas que passeavam por Akihabara que Kato conduziu um enorme camião branco pelo meio da multidão, derrubando quem estava no seu caminho. Este homem de 25 anos, natural de Susuno, a cem quilómetros de Tóquio, começou então o massacre, perseguindo as vítimas, aos gritos e sem olhar ao sexo nem à idade. Prova disso é que os mortos tinham entre 19 e 74 anos. Entre eles, apenas uma mulher, de 21 anos. A polícia de Tóquio confirmou as sete mortes e o seu porta-voz, Jiro Akaogi, garantiu em conferência de imprensa que o suspeito terá justificado os seus actos com o facto de estar "cansado de viver e farto de tudo". A imprensa japonesa chegou a identificar Kato como membro da mafia japonesa, mas a televisão NHK acabou por garantir que o suspeito não pertence a nenhum gangue. Apesar de raros, os tiroteios entre elementos dos yakuza têm feito aumentar o nível de violência no Japão, contudo um dos mais baixos do mundo. As testemunhas relataram que Kato só parou e largou a faca quando um polícia ameaçou disparar contra ele. As televisões mostraram as imagens de um homem jovem, com sangue no rosto, a ser levado, algemado, pelos agentes. Meia hora depois do ataque, bombeiros e médicos tentavam ainda a ajudar as vítimas deste massacre. Kamran Zaffar, um britânico que trabalha na capital japonesa e chegou ao local depois de Kato ter sido detido, descreveu à BBC o cenário que viu. "Devo ter visto seis ou sete corpos no chão, protegidos por um cordão da polícia", declarou. Às compras em Akihabara, para Zaffar ver tantas ambulâncias , polícias e pessoas deitadas em poças de sangue deixou-o "em choque", sobretudo porque "não é comum no Japão". As mortes de ontem registaram- -se no dia em que o Japão assinalava o sétimo aniversário de um massacre numa escola primária. A 8 de Junho de 2001, um homem com problemas mentais esfaqueou até à morte oito alunos em Ikeda, nos arredores de Osaka. Com uma taxa de criminalidade muito baixa, o Japão é um dos países mais seguros do mundo. Mas os últimos anos foram marcados por alguns casos de violência indiscriminada que estão a preocupar as autoridades nipónicas. Além do massacre na escola de Ikeda, em 2001, em Janeiro deste ano um adolescente de 17 anos armado com duas facas de cozinha feriu várias pessoas num bairro dos arredores de Tóquio. Em Março, um outro homem, na casa dos 20 anos, apunhalou os passageiros que seguiam no seu comboio. Fez um morto e sete feridos. Estes parecem reflectir os problemas da juventude nipónica, que recusa seguir os pais numa vida em que o trabalho é tudo, mas que não tem outras saídas. Uma geração em que as taxas de suicídio são preocupantes. |
| < Artigo anterior |
|---|
Neste site pretendo que voçe venha a encontrar uma voz amiga. Onde possa ganhar força e esperança nas suas lutas do dia-a-dia.
Sempre que precisar pode-me contactar, estarei ao seus dispôr.
Pastor Gonçalo.